As falácias dos revolucionários

Posted November 13, 2008 by alma
Categories: Falas

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Nossos ditos revolucionários de esquerda não passam de um rótulo, e que esconde a essência burguesa das suas essências. São todos pregadores de teorias que não vivem e, pior do que isso, nem de longe pensam em viver um dia. Pensar que um dia aquilo que pregam possa tornar-se realidade causa-lhes arrepios.

Sociedades igualitárias ao bom estilo cubano, onde a população vive com talões de racionamento, constitue-se no pior dos pesadêlos dessa gente. Continuam defendendo essas teorias escudados na perspectiva inexistente que o país um dia – que Deus os livre e guarde! – possa adotar na prática essa política.

E com é bom viver como um burguês capitalista enquanto se defende as delícias da igualdade cubana! Eu que não defendo a tese dessa gente, sempre digo que tenho pouco a perder, eis que vivo com recursos limitados e, mesmo que o meu nível de vida seja muito melhor do que a de um cubano, não existe um abismo entre as nossas realidades. Essa gente com esse pensamento moderno e legal devem ter realmente muito medo de viver aquilo que defendem.

Já imaginaram gente como Chico Buarque, Oscar Niemayer e outros próceres defensores desses regimes vivendo a vida como cubanos?   

Um elefante numa loja de cristal

Posted June 18, 2008 by alma
Categories: Falas

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Como diz o cômico: eu queria só entender. Como poderíamos classificar a atitude do vice-governador do Rio Grande do Sul? O famoso episódio da gravação de uma conversa com o chefe da Casa Civil do Governo/RS, e entregue à oposição na Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga fraudes cometidas no Detran/RS.

O sentimento é estranho, e meu estranhamento é que, por mais que o vice-governador esteja no lado certo da questão, ainda assim a sua atitude não convence, soa como falsa, como traição, ou para dizer pouco, como indevida. E como alguém que tem razão perde a razão numa questão?

Posso dar um exemplo para tentar clarificar a idéia: imaginem uma moça virgem e pura que vai trabalhar de dançarina numa casa noturna, em uma boite e, após a primeira noite de trabalho, procura o proprietário do estabelecimento para se queixar do assédio masculino.

O que se pode dizer é que alguém está muito enganado sobre as realidades da vida. Não se trata de tentar justificar o assédio, mas a atitude é a esperada, está implicita numa cláusula não escrita. Não imagino que no contrato de trabalho de uma dançarina esteja escrito que ela deve, vamos dizer assim, tolerar o assédio masculino.

O mesmo ocorre com o episódio do nosso inocente vice-governador. Não imagino que alguém que resolva entrar para a política possa alegar que “não sabia que era assim que as coisas funcionassem”. Não imagino, igualmente, que alguém vá escrever num contrato todo o tipo de situação que irá encontrar ao lidar com as questões que normalmente envolvem a política e os políticos.

O vice-governador do RS se porta como um elefante numa loja de cristal.

Falas?

Posted April 17, 2007 by alma
Categories: Falas

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Eu falo, tu falas, ele fala, nós falamos, vós falais, eles falam. Assim é o verbo falar conjugado no presente do indicativo. Eu sei que todo mundo sabe, só estou justificando o nome do blog, mais um blog, mais um nome. nome simples, extraído da segunda pessoal do singular do presente do indicativo do verbo falar: Falas. Simples assim. Estou publicando aqui no Fala e no Falas, blogs com nomes similares, assuntos – espero – diversos.

Hoje o dia está estranho em Porto Alegre, ou serei eu? Ondas de calor, ou serão ondas minhas de calor? Vejo a temperatura no Google, 28 graus celsius, algo quente para o horário, para um outono. Talvez seja um pouco eu, um pouco o clima, um caso de co-responsabilidade.

O título sugere, incita, solicita. Falas? Tens algo a dizer? A dividir comigo, com o mundo? Hoje sinto que todos estão muito calados, quietos, pensadores, reticentes em dizer qualquer coisa. Medo? Inibição, saco cheio mesmo?

Comunicação

Posted January 17, 2007 by alma
Categories: Falas

Aqui nesse blog eu me comunico escrevendo, mas poderia até falar se quisesse, tecnologia para isso está disponível. Ninguém mais vive isolado, ou como se costuma(va) diz(er), ninguém mais nesse mundo é uma ilha. O título desse blog, Fala, explora esse lado, essa possibilidade de se comunicar com o próximo, com o distante, com o mundo. Eu posso ser acusado de tudo, menos de não estar conectado, ligado com a tecnologia do nosso tempo.

Não faço isso para tentar demonstrar nada, nem para provar qualquer coisa, nem por nenhum apelo profissional ou interesse qualquer, mas pela simples vontade de se manter informado, atualizado, sem necessidade de “upgrades”. Sou um homem do meu tempo, em dia com tudo o que há de moderno, atual e informado, o que deveria ser uma obrigação para todos.

Não sou da geração computador, sou da geração máquina de escrever. Nunca esquecerei o choque cultural que sofri quando viajei daqui para a Europa em 1993; do mundo manual para o da automação. Passei trabalho para executar tarefas simples, coisas que hoje são triviais, mas que na época eram novidade no terceiro mundo: operar uma cancela automática de estacionamento, de pedágio, retirar dinheiro num caixa automático, abastecer o carro sozinho num posto de gasolina.

E é por isso que dou tanta importância a comunicação. Já dizia Chacrinha, o Velho Guerreiro, “Quem não se comunica, se trumbica!”. Comunique-se!

Hello world!

Posted January 17, 2007 by alma
Categories: Uncategorized

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