Nossos ditos revolucionários de esquerda não passam de um rótulo, e que esconde a essência burguesa das suas essências. São todos pregadores de teorias que não vivem e, pior do que isso, nem de longe pensam em viver um dia. Pensar que um dia aquilo que pregam possa tornar-se realidade causa-lhes arrepios.
Sociedades igualitárias ao bom estilo cubano, onde a população vive com talões de racionamento, constitue-se no pior dos pesadêlos dessa gente. Continuam defendendo essas teorias escudados na perspectiva inexistente que o país um dia – que Deus os livre e guarde! – possa adotar na prática essa política.
E com é bom viver como um burguês capitalista enquanto se defende as delícias da igualdade cubana! Eu que não defendo a tese dessa gente, sempre digo que tenho pouco a perder, eis que vivo com recursos limitados e, mesmo que o meu nível de vida seja muito melhor do que a de um cubano, não existe um abismo entre as nossas realidades. Essa gente com esse pensamento moderno e legal devem ter realmente muito medo de viver aquilo que defendem.
Já imaginaram gente como Chico Buarque, Oscar Niemayer e outros próceres defensores desses regimes vivendo a vida como cubanos?

